Geisy Arruda se inspira no serial killer Lázaro para conto erótico e recorda tretas com Hebe e Val Marchiori

 


Geisy Arruda lança mês que vem mais um livro de contos eróticos. O terceiro de uma série que rendeu também um podcast, no qual narra aventuras verídicas e ficcionais. Aos 32 anos, a agora escritora coleciona polêmicas e não as teme. Tanto que em breve vai narrar o último texto que escreveu inspirado no serial killer Lázaro, que desafia a polícia no Centro-Oeste.

“Espero que a polícia não ouça! Mas não é o Lázaro em si, ele é apenas uma inspiração para o personagem, um baiano que se emprega no meu prédio como zelador. É um personagem fictício. Mas quis brincar com o que está acontecendo na atualidade”, justifica.

Se apedrejada for, não será a primeira e provavelmente a última vez em que Geisy ocupa este lugar. Aos 19 anos, ela foi expulsa da faculdade Uniban por causa de um vestidinho rosa que desagradou outros alunos. Do climão ela fez uma carreira. Na época chegou a posar nua para a “Revista Sexy” e recebeu duras críticas de ninguém menos que Hebe Camargo. Ela coleciona tretas e haters não é de hoje. Um deles foi Hebe Camargo, quando posou nua pela primeira vez em 2009.

“Na época, a Hebe tinha falado muito mal de mim, me esculhambado porque foram perguntar a ela o que achava de mim na ‘Sexy’ e da amiga dela, a Fernanda Young, na ‘Plaboy’, no mesmo mês. Ela disse que eu era muito feia e que não estava no mesmo nivel da Fernanda. Os repórteres, claro, vieram me perguntar porque queriam que eu metesse o pau na Hebe. E eu só falei: ‘Ela é a Hebe. Pode falar o que quiser’. Ganhei o coração de muita gente com isso. Não compro brigas que não acho que valham a pena. Eu a respeitava demais e ela estava doente, eu não ia comprar essa briga”, recorda.

Já com Val Marchiori a briga aconteceu. Foi nos bastidores do carnaval de 2016 quando as duas cobriam a festa para o “TV Fama”.

“Ela é o extremo oposto de mim. Na gravação, levou um garçom para servi-la com champanhe, segurando uma bandeja. Ela desdenhava muito de mim e isso me irritava. A gente vive em extremos no Brasil, gente muito rica e muito pobre. Aí, numa gravação, em que você está recebendo um valor simbólico, mas que é uma vitrine, chega uma loira com garçom segurando um espumante e desdenhando e humilhando todo mundo como se ela fosse Deus e você, ninguém. Não suporto pessoas como a Val”, dispara, cinco anos depois.

Alvo de haters na internet mesmo com 4 milhões de seguidores no Instagram, Geisy diz que são mulheres a maioria deles. “O Brasil ainda é muito machista e pior, muitas mulheres são”, diz ela, que não vai parar de pubçicar fotos provocantes de lingerie (ela tem mais de 300). Solteira e livre para fazer o que bem entende, Geisy recorreu à terapia para se adequar ao isolamento da pandemia. E por conta dele, desistiu, por ora, de realizar um de seus maiores fetiche.

“Transar com um anão. Mas não estes cômicos, que fazem palhaçada em programa de humor. Quero um anão que eu não pense na altura dele, mas no homem que está ali, que eu possa tomar um vinho, ser conquistada”, enumera ela, em entrevista ao Real Podcast.


Fonte: Extra



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Postado por: Revista Novo Perfil

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