Prefeita de Belém segue orientação do Ministério da Saúde sobre flexibilização da quarentena

Aos poucos a normalide vai voltando as cidades da Paraíba. Seguindo sempre orientação do Ministerio da Saúde, a flexibilização deverá ser adota em Belém a partir do dia 13 segunda-feira, caso não aconteça algo extraordinario até lá.

Em contato com nossa redação a Prefeita Belém Renata Christinne. disse que: "De acordo com a recomendação do Ministério da Saúde a partir de segunda-feira entraremos na fase de Isolamento social seletivo, onde as atividades retornam gradativamente".

O que é uma boa noticia para os comerciantes, porèm é preciso que se compreenda as regras que
o Ministério da Saúde propõe para reduzir parcialmente o isolamento em cidades e estados com metade dos leitos e estrutura de saúde vagos. A medida, de acordo com o boletim divulgado nesta segunda-feira (6), passaria a valer na segunda-feira (13). 

A partir da próxima semana, portanto, cidades com mais de 50% da capacidade de atendimento médico disponível poderiam passar do Distanciamento Social Ampliado (DSA) para uma transição ao Distanciamento Social Seletivo. Veja a diferença entre os dois tipos de isolamento e o bloqueio total (lockdown), de acordo com documento do ministério: 

· Distanciamento Social Ampliado (DSA): Estratégia que não tem limitações apenas para grupos específicos - todos os setores da sociedade devem permanecer em isolamento. 

· Distanciamento Social Seletivo (DSS): Apenas alguns grupos ficam isolados. Pessoas com menos de 60 anos e sem condições que elevam o risco de casos graves poderão circular livremente. 

· Bloqueio total (lockdown): Nível mais alto de segurança com distanciamento de todos os cidadãos e também um bloqueio total de todas as entradas do perímetro da cidade/estado/país por profissionais de segurança. Ninguém tem permissão de entrar ou sair. 

O distanciamento seletivo é feito apenas para algumas pessoas, idosos e pessoas do grupo de risco, com doenças preexistentes. Pessoas mais jovens e sem sintomas de coronavírus podem circular sem problemas. Atualmente, o país pratica o distanciamento ampliado que restringe ao máximo o contato entre as pessoas de qualquer grupo. 

Mas o boletim destacou que há carência de profissionais de saúde capacitados para manejo de equipamentos de ventilação mecânica, fisioterapia respiratória e cuidados avançados de enfermagem direcionados para o manejo clínico de pacientes graves de Covid-19. Os leitos de UTI e de internação não estão devidamente estruturados e nem em número suficiente para a fase mais aguda da epidemia. 

O Ministério da Saúde não informou a situação de cada região, mas apresentou cinco estados em situação de emergência, em que a incidência da doença está muito acima da taxa nacional (São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Amazonas e Distrito Federal), e dois estados em atenção, pouco acima da incidência nacional (Rio Grande do Norte e Roraima). Os demais, que estão abaixo da média nacional, estão em estado de alerta. 



As cidades que não apresentarem mais de 50% dos leitos vagos, entre outros critérios médicos, deverão manter o Distanciamento Social Ampliado até a estabilização do sistema de saúde. 

"Hoje publicamos informações sobre o Distanciamento Social Ampliado, Distanciamento Social Seletivo, e Bloqueio Total (lockdown). As medidas são temporárias, localizadas e o governo federal está fazendo de tudo para que elas sejam minimizadas ao máximo possível", disse nesta segunda-feira Wanderson Oliveira, secretário de vigilância em saúde do ministério, em entrevista a jornalistas. 

A apresentação da nova estratégia ocorre após uma mudança de tom de Jair Bolsonaro a respeito do isolamento social. Na terça-feira (31), o presidente fez pronunciamento em rede nacional em que não criticou diretamente as medidas do Ministério da Saúde. No domingo (29), no entanto, passeou por Brasília e entrou em contato com cidadãos da cidade. A pasta e o presidente têm discordado sobre as medidas de isolamento no combate ao coronavírus no Brasil. 

O colunista do G1 Gerson Camarotti informou nesta segunda-feira que o ministro Luiz Henrique Mandetta desabafou a interlocutores depois de tomar conhecimento de uma fala de Jair Bolsonaro. 

O presidente teria dito que alguns ministros viraram "estrelas" e falam "pelos cotovelos". Bolsonaro teria afirmado também que a caneta dele funciona. Sem mencionar nomes, disse que "a hora deles [em referência a esses ministros] ainda não chegou. Vai chegar". 

"Ameaça não dá. O presidente tem de tomar uma decisão", afirmou Mandetta, segundo interlocutores, em telefonemas aos ministros Braga Neto (Casa Civil) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo). 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) defende o isolamento social como uma das principais medidas para o combate ao vírus. A suspensão da medida deve, segundo o órgão internacional, respeitar uma série de fatores, com uma estratégia de transição cuidadosa e gradual 

Com G1

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Postado por: Revista Novo Perfil

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